Auswirkungen unserer Unwissenheit über andere Kulturen

If you already read my “about me” and my previous posts, you saw that one of my passions is to learn and experience different cultures. I love trying to understand how people think and act differently depending on their cultures and their life experience. Parents, school, college, friends, religion, television, politics, and social structures… everything plays a role.

During these months that I didn’t post anything I traveled throughout Italy and Germany. I actually started to write posts about my trips, but I thought I wasn’t adding anything new to the “thought pool” that the blogosphere is. So then I waited and I finally started writing this post.

The recent Norwegian disaster that led to 93 (?) deaths showed the world one more (sad) example of how ignorance is dangerous. Ignorance leads people to believe that others are the fault to their problems because they are ‘different’ and do not have the same ideas, traditions, and religions.

In my opinion, the first, although not easy, step for the crescent problem with immigration and racism is to educate their citizens as much as possible about other countries, cultures, and worldviews. In college I took an Islam class with one of the best professors I ever had. He also believed the main problem of the world is ignorance. Once we understand each other, there will be no more fear of the unknown and no one will be able to manipulate us into blaming others for our problems.

Everyday I hear and read something untrue about Islam or Muslims. Especially now that I’m living in Europe, where there is a growing number of Muslim immigration and cultural problems. I’m not saying they are the only ones being attacked by this “revival” of racism. In Russia, the attacks on South Asian and African immigrants grow in numbers every day (if you would like to watch a short video on his, please watch this Vanguard episode). Another day I came across this Peace Corps group’s Facebook page in Ukraine that is helping the marginalized Roma (“gypses”) group. There they develop programs to integrate them into society without negating their cultures. As it seems, a big part of the process is also to educate the Ukrainian and local Hungarian population about the Romas to abandon the ultra negative view they carry of this group and help them integrate better into society.

With this in mind, I feel terrible for those affected by the Norwegian attacks. I really appreciate the Norwegian response (different from the recurring response from the Netherlands) of not abandoning their beliefs on multiculturalism and an opened society.

2 thoughts on “Auswirkungen unserer Unwissenheit über andere Kulturen

  1. I agree with you!!! The ignorance and the fear of the unknow are bases for the preconception. They lead to this horrible things that we are watching recently at the world. Honestly I think that the information could/can reduce this episodes, since that made with endeavor of the governments. What for me sometimes I doubt that be the real intention, but I still believe on the positivity. We’ll go change this!

    Sorry for the mistakes on english
    I’m trying ^.^

  2. A minha opinião é que se não entendemos a nós mesmos fica ainda mais difícil de entender o outro.
    “Quem sou eu? De onde eu vim? O que estou fazendo aqui? Para onde vou?”
    São perguntas que todos devemos fazer a nós mesmos e para serem respondidas, dedicar um bom tempo em nossas vidas para pesquisar, estudar a fundo, é necessário.
    Creio que a maior ignorância do ser humano é se achar o centro de tudo, se achar superior, o dono da verdade. Nós seres humanos a todo instante pensamos em auto-satisfação, damos demasiado valor ao gozo dos sentidos.
    Somos egocêntricos e o pensamento rotineiro de “EU e MEU” mostra a incapacidade que temos de nos situar. Esse tipo de pensamento acompanhado de atitudes preconceituosas, raciais etc. Só nos faz cegar.
    Se adotarmos atitudes e pensamentos humildes veremos quão grandiosa é nossa futilidade e nossas ambições materialistas. Veremos como despendemos tanta energia para no final não resultar em nada.
    Muitas vezes temos a certeza que logramos nosso objetivo, mas se analisarmos como um todo, perceberemos que tudo é transitório, temporário. Então eis que surge a dúvida: “Por que nos apegamos tanto às superficialidades e não, de uma vez por todas, desenvolvemos a espiritualidade?”
    Por tanto, para conseguirmos minimizar tais misérias devemos cultivar uma vida simples e elevar nossos pensamentos. Podemos começar com coisas simplórias, como por exemplo escutar o que todas as mães e professoras dizem: “Não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você”. “Seu espaço termina quando começa o do outro”. Penso que com esses dois famosos dizeres podemos então ter tranqüilidade para traçar nossas metas e alcançar o objetivo que é auto-realização, conhecimento acerca do Absoluto e a relação que temos com Ele.
    Estude a fundo e verá que o corpo que erroneamente identificamos como sendo nós mesmos é temporário e que ocupar todo nosso tempo em satisfazer esse corpo resulta em frustração. Somos a energia, aquilo que dá vida a esse corpo. Essência essa conhecida como ALMA ESPIRITUAL.
    Alimente a alma, cultive o amor a todas as entidades vivas, entenda que todos estão caminhando como você. Saiba que não há atitude mais nobre do que o serviço desinteressado de reconhecimento ou reciprocidade, serviço prestado àqueles que semeiam a idéia de alimentar a alma, àqueles que cultivam a vida em essência.

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